Mito Hopi da Criação

Sua beleza resplandece: Kokyanwhuti,
ela que dá luz e vida,
a mãe de tudo o que vive e viverá.
Lá está ela, vestida de lã macia,
azul e branca, tecida com os símbolos
da feminilidade, a borboleta e a flor.
Turquesa, concha e coral: estas são
suas jóias. Fria e quente:
estas são as suas expressões. Suave branco:
Esta é a cor da sua pele macia de suas botas.
Olha como ela sorri para nós, como ela dança
sobre as areias movediças do tempo. Olhe
como ela sorri para nós antes que ela desapareça.
~ Mito Hopi

O início de cada ano, nos lembra de todas as origens. É um período fértil e criativo, quando tudo parece possível.
Como a Deusa Kokyanwhuti, A Mulher Aranha do povo Hopi, tudo parece lindo, magnífico, abundante. Incha esperança em nossos corações.
esperamos nada além de beleza antes de nós, atrás de nós, acima de nós.

No entanto, no antigo mito da criação, assim como a Deusa aparece, ela desaparece novamente.
Assim também em nossas vidas, o entusiasmo breve de todos os primórdios vem cedo demais para um fim.
Define dura realidade dentro grandes planos que parecem tolos e inatingíveis, nossas vidas parecem apertos e pequenas empresas, a esperança parece desaparecer do nosso alcance.

Esse mesmo mito antigo diz-nos um segredo importante, no entanto: que a deusa não desaparece, mas mergulha na própria realidade que nos desafia.
Nossos grandes sonhos não estão mortos, apenas dispersos entre os esforços diários que leva para alcançá-los.
Nossa grande esperança não esta morta, apenas escondida dentro de nossos corações.
Lembrando-se a presença da Deusa, mesmo em dias escuros do espírito, podemos avançar para um futuro melhor.
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