Os Éteres Universais


Os quatro éteres básicos (Terra, Água, Ar e Fogo) da natureza podem ser sentidos em nosso cotidiano, observando-se o clima local.
O éter do fogo está plasmado quando sentimos no ambiente calor, secura, sede, cansaço e pouca movimentação de animais terrestres e pássaros. Normalmente há pouco vento. Esse Éter é chamado pelos indianos de Tejas. Sua cor no ambiente astral é o vermelho.
O elemento etérico do Ar, ou Vayú, é sentido quando há no ambiente bastante vento, secura e certo ar de silêncio. Afirma-se que não é um momento para negócios, fechamento de contratos etc., pois todo acordo e pacto tende a se dissipar. A cor desse éter é o azul. Propício para a Magia Mental.
O Tattwa da Água, ou Apas, cria climas úmidos, chuvas, tempestades e enchentes. É propício iniciar com esse éter casamentos e negócios onde se queiram colher muitos filhos e frutos, cuidar da terra onde se plantarão árvores frutíferas etc. Sua cor é o amarelo.
Prittvi, da terra, é o elemento etérico que mais dá prazer e alegria aos seres vivos, especialmente aos humanos e aos pássaros. É o momento em que toda a natureza canta, sente-se uma leveza maravilhosa no ambiente, a luz é fecunda e abundante e as pessoas têm vontade de cantar e soltar-se emocionalmente. Prittvi normalmente acompanha a manifestação de Apas, o éter úmido. Sua cor é o verde da natureza. Nesse momento pode-se trabalhar com a Magia Verde, ou magia da cura.
O quinto elemento etérico, o Éter propriamente dito, o Akasha, é sentido como se a natureza inteira entrasse em introspecção, o ambiente se tornasse escuro, lúgubre. É o pior momento para se realizar qualquer coisa externa, emocional ou profissionalmente. Segundo os budistas, é ideal para se realizar meditações profundas e desenvolver técnicas de cura(pelas mãos, olhos, vontade) e de autoconhecimento.
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